Você já deve ter lido uns tantos conceitos sobre marketing turístico por aí, não é?

Consegue aplicar na sua vida, no trabalho, no seu negócio de turismo?

Nos últimos anos muitas pessoas ligadas ao no setor de turismo, buscam alternativas para  criar novos produtos, atrair clientes ou para divulgar online.

Por isso, iniciam uma série de ações de marketing, querem mostrar para o seu publico o que oferecem e seus diferenciais.

Na maioria das vezes, são ações sem reações, porque não teve planejamento. Consequentemente, acabam se transformando em tentativas frustradas.


Sou Luciane Quadro, turismóloga e especialista em marketing. Hoje, focada muito mais no marketing digital para negócios turísticos. E, escrevi esse artigo com um único propósito, te tirar da zona de conforto e levá-lo (a) para a zona de oportunidades.

 

Marketing turístico: nada de teoria

Neste artigo você não vai ver nada de conceitos, é só digitar no Google e vai achar um monte. Porém, duvido que alguém te diga como fazer.

Minha ideia é te mostrar como fazer uso do marketing na sua vida, no seu trabalho e no seu negócio de turismo.

 

Marketing turístico: a prática


Aqui você vai ver o que é o marketing turístico no dia a dia, na prática. E, vou além, quero te mostrar as estratégias que mais uso e recomendo aos meus clientes.

Como vou fazer isso? Contando como ajudei 3 pessoas:

  • Um agente de viagem
  • Uma proprietária de atrativo turístico
  • Uma universitária empreendedora


Caso 1: Agente de viagem 

O Charles da Próxima aventura/Canoar, começou operando rafting e depois cresceu para uma agência de receptivo, lá em Socorro-SP.

Imagina só isso, você trabalha com água e um dia ela falta? 😱

Como é que faz?

Foi o que aconteceu em Socorro, não só com o Charles, mas com muitos outros que só viviam de um produto, o rafting.  Durante uma grande estiagem em São Paulo, quando os rios ficaram baixos, o rafting ficou sem graça e os turistas sumiram. Além disso, concorriam co outros destinos turísticos vizinhos.

Quando fiz o diagnóstico com o Charles e rondamos pela região, percebi o quanto os empreendedores dali estavam deixando de ganhar, pois focavam em um só produto.

Fiz um trabalho de inovação com ele, consistiu entre outros, em:

  • Mostrar que inovar exige um processo
  • Que não necessariamente é algo novo, pode ser a mudança de algo
  • Inovar não é um bicho de 7 cabeças, precisa transformar pensamentos criativos em ações

 

Caso 2: Dona de atrativo turístico 

Era sim um atrativo turístico, mas a dona não sabia disso. A Eunice, da Pousada Fazenda Campinho de Alfredo Wagner-SC, levava por exemplo, mais em consideração a questão da hospedagem que já oferecia e foi descobrindo em nosso trabalho que podia ir muito além disso.

Acompanhando meus posts no Instagram, ela percebeu o baita potencial que sua propriedade oferecia e aprendeu a destacar os pontos fortes. Foi o maior diagnóstico que já fiz, foram mais de 70 pontos analisados e uma devolutiva de 4 horas.

Ela recebeu (e recebe ainda hoje), orientações para transformar a propriedade em um atrativo turístico de primeira. Está lindo, dá só uma olhada no site.

O que ela fez:

  • Arrumou “a casa” para receber turistas
  • Caprichou nos pequenos detalhes
  • Ouve mais atenta o que os clientes falam
  • Investiu no atendimento
  • Mostra os serviços que oferece em imagens de excelente qualidade
  • Promove eventos como cafés na fazenda e fogo de chão
  • Aprendeu a divulgar imensamente nas redes sociais usando estratégias de conteúdo web

 

Caso 3: Universitária empreendedora 

A Giovanna estava na faculdade, no último ano do curso de Relações Públicas. Aprendeu toda teoria possível sobre marketing digital, mas não como colocar em prática na sua vida.

Por uma indicação, encontrou meu trabalho com negócios online/marketing digital e passou a seguir meus posts.

Ela sentiu que o mercado de trabalho está exigindo cada vez mais pessoas habilitadas, e que saibam, inclusive, lidar com o marketing digital na sua área de formação. Não deu um mês e já estava iniciando a mentoria.

Já durante a mentoria ela arrumou alguns freelas, como por exemplo, fazendo trabalhos como ghost writer. Para esclarecer, a tradução significa “escritor fantasma”. Pessoas que criam conteúdos para negócios ou outras pessoas que não tem tempo, não gostam de escrever ou não tem as habilidades necessárias.

Trabalhamos muito durante a mentoria a estrutura do conteúdo web, que oferece muita oportunidade de trabalho hoje em dia, no mundo online.

Ela já ajudou alguns negócios a melhorem seu  marketing turístico, como? Desenvolvendo artigos e posts para restaurantes e atrativos turísticos postarem nas redes sociais e sites.

Ela percebeu uma oportunidade de negócio incrível. Pensa, quantos negócios desses há no Brasil? legal né?

Mas, vou deixar ela mesmo te falar o que foi passar por esse processo, assiste esse video. Está lá no meio do artigo. Aproveita pra ler ele também 🙂

 

No meu trabalho eles descobriram ainda:

  1. O comportamento dos clientes, bem mais a fundo, e acharam oportunidades
  2. Formataram produtos a partir da necessidade e desejos que os clientes apresentaram
  3. Fecharam parcerias para viabilizar produtos
  4. Prepararam materiais promocionais (físicos e virtuais)
  5. Escolheram os principais lugares de concentração das pessoas que queriam como clientes
  6. Foram lá e fizeram as ações de divulgação e captação, totalmente focados

 

Resultados que tiveram: primeiro, saíram do sufoco. Segundo, descobriram novos nichos. Terceiro, evoluíram na linha do aprendizado empreendedor, puseram em prática os vários P’s do marketing Quarto, criaram habilidades para lidar com o marketing digital e finalmente, cresceram. Saíram da zona de conforto e estão colhendo frutos.

 

Principais lições:

  • Pare, observe, converse, pesquise, planeje, faça
  • Tenha um portfólio de produtos
  • Invista em divulgação
  • Avalie e faça tudo de novo,  até dar certo


Acompanhe outros casos, em breve, aqui no blog. Fica de olho. 😉


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